segunda-feira, 3 de junho de 2013

Sowabona*


Atingimos a África. Chegamos aqui por volta das 9h30 da manha (isso em horário brasileiro. Aqui eram boas 16h30), em um vôo tranquilo sobre o Atlântico. Havia poucas pessoas a bordo (parece que o pessoal não se anima muito em viajar pra África do Sul na madrugada de segunda-feita), e conseguimos dormir ocupando quatro cadeiras cada um. É quase como estar em casa - com a diferença que o colchão não é tão bom, e que eu não costumo dormir a cinco mil metros de altura.

O pouso em Johanesburgo foi tranquilo. Encontramos um pastor da Brasília, com um projeto de reabilitação, logo antes de pousarmos. Já na fila da conexão, conversamos com um professor da Unesp que esta indo estudar bancos de dados em grego em Hong Kong (é estranho, eu sei). Agora estamos usando nossos minutos pagos aqui na internet do aeroporto para entrar em contato com nossas famílias e ler os e-mails.

Logo mais às 20h15 (15h15 no horário de voces no Brasil) vamos pegar o vôo para Maputo. Devemos dormir na Casa Oásis, uma pousada para cristãos em transito em Maputo, e amanha vamos para Quelimane.

Entramos em contato com voces em breve - na Terça de noite, provavelmente. Por enquanto é isso. E, sim, mãe: eu ainda estou vivo.

*Saudacao entre os Sul-africanos, em Zulu. Mas tome cuidado: a pessoa vai responder em Zulu, e não boa fazemos ideia de como a conversa segue dai pra frente.

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